A Alice vai voltar! Em ... 2011...
Anyway, adorei o 1º.
A Alice vai voltar! Em ... 2011...
Anyway, adorei o 1º.
Sénior
Desde: Jul '08
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Diogo Ribeiro
Desde: Jul '08
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Por acaso não achei grande piada ao primeiro. A visão era boa mas afunilou aquilo tudo para um jogo mediano e sem sal. Acho que esse tem sido o grande problema do McGee - boas ideias, execução frouxa. Espero que esta nova versão realmente aproveite bem o potencial, mas se apostasse, diria que o filme do Burton vai ser mais interessante.
Em todo o caso, tinha aqui uma dúvida. Joguei e acabei o Batman: Arkham Asylum (PC), e decidi criar conta no Games for Windows Live porque o jogo me andava a chatear com isso. Ora, descobri que aquilo tem uma "espécie" de achievements, alguns dos quais desbloquei até acidentalmente ou sem lhes prestar muita atenção. Mas fiquei na dúvida - todos os jogos GFWL têm este tipo de achievements? Sei que outros como o RE5 também têm achievements para PC, mas fico sem saber se todos têm ou se alguns apenas usam achievements no Caixote X.
Alguém sabe? thankyouverynice.
Diogo Ribeiro
Por acaso não achei grande piada ao primeiro. A visão era boa mas afunilou aquilo tudo para um jogo mediano e sem sal. Acho que esse tem sido o grande problema do McGee - boas ideias, execução frouxa. Espero que esta nova versão realmente aproveite bem o potencial, mas se apostasse, diria que o filme do Burton vai ser mais interessante.
Em todo o caso, tinha aqui uma dúvida. Joguei e acabei o Batman: Arkham Asylum (PC), e decidi criar conta no Games for Windows Live porque o jogo me andava a chatear com isso. Ora, descobri que aquilo tem uma "espécie" de achievements, alguns dos quais desbloquei até acidentalmente ou sem lhes prestar muita atenção. Mas fiquei na dúvida - todos os jogos GFWL têm este tipo de achievements? Sei que outros como o RE5 também têm achievements para PC, mas fico sem saber se todos têm ou se alguns apenas usam achievements no Caixote X.
Alguém sabe? thankyouverynice.
Sim todos os jogos tipos estes devem ter achivements
Se têm Live têm achievements ou então estou muito enganadinho.
Agora... Oh! Diogo gostas de Red Faction e não deste? Eh pah... tu és esquesito
Eu adorei Alice e conhecendo, mais hoje que na altura, McGee este seria quase impossível sem este senhor. Porque mesmo falhando como em Jericho, McGee consegue criar sempre mundos diferentes e com uma certa "mistica" assim comp personagens interessantes. Por falar nisso McGee volta neste? É que sem ele já estou a ver uma Alice toda transfigurada.
Diogo Ribeiro
Desde: Jul '08
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Ok, gracias
ICE
Se têm Live têm achievements ou então estou muito enganadinho.
Agora... Oh! Diogo gostas de Red Faction e não deste? Eh pah... tu és esquesito![]()
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Eu adorei Alice e conhecendo, mais hoje que na altura, McGee este seria quase impossível sem este senhor. Porque mesmo falhando como em Jericho, McGee consegue criar sempre mundos diferentes e com uma certa "mistica" assim comp personagens interessantes. Por falar nisso McGee volta neste? É que sem ele já estou a ver uma Alice toda transfigurada.
Eh, eu sei que sou esquisito
Acho que a razão é... Acho injusto comparar algo como o Alice e o Guerrilla, considerando que têm objectivos diferentes, mas ocorre-me que uma das razões é o uso do motor enquanto expressão da intenção por detrás do jogo. Um exemplo: Deus Ex usava o motor do Unreal, usava elementos de um shooter e no entanto, era tudo menos um. É o exemplo de pegar na tecnologia base e bater nela até se render à visão de alguém.
A meu ver, o McGee não soube elevar o conceito do Alice a outros níveis. Sim, a direcção artística era francamente boa mesmo quando repetitiva, e as personalidades do jogo foram (relativamente) bem exploradas, mas a jogabilidade é um grande ponto de interrogação. Será que a melhor maneira de tentar transfigurar a história da Alice (já de si uma transfiguração) foi aproveitar o motor do Quake 3 e não saber mover o jogo para além do shooter com 'platforming' duvidoso? Os jogos do McGee caiem sempre nessa esparrela... Ele agarra num género já existente, pinta os cenários e dá vida às personalidades, mas acaba por não saber criar um mundo. O Scrapland foi o mais próximo do que ele já esteve - e teria conseguido, se não insistisse tanto em elementos que o fizeram mais "jogo" e menos "experiência".
O Guerrilla é diferente e volto a salientar que acho injusta uma comparação porque são criaturas diferentes. O Guerrilla é bruto. Curto e grosso, se fosse português. Mas também faz uma coisa muito boa com o género, que é pegar nos moldes do que se espera de um título de acção na terceira pessoa nas consolas - Resident Evil 5, Gears of War, etc. - e aplica-lhe um ideal tão estupidamente PC que até dói. É quase uma ode ao Blast Corps, que também assentava na destruição de (quase) tudo à nossa frente não só como veículo de diversão mas jogabilidade. É aquele tipo de liberdade muitas vezes prometida e poucas vezes entregue. Não é uma liberdade de cenário de cartão, ou seja, não é só explorar um mapa e pronto. É a maneira como o fazes, a maneira como exploras cada ferramenta que te dão.
O maior tipo de expressão que o Alice oferecia era "dispara" e "cuidado com as plataformas". Tudo o resto era, infelizmente, um corredor gigantesco onde tropeçavas em objectivos e inimigos. O Guerrilla é mais "que se lixem os corredores, vou onde quero e faço o que bem me apetece".
Para tentar resumir isto tudo, acho que o Alice tenta desesperadamente ser mais do que um jogo e não consegue. O Guerrilla tenta simplesmente ser nada mais que um jogo e consegue.
Sénior
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Diogo Ribeiro
Por acaso não achei grande piada ao primeiro. A visão era boa mas afunilou aquilo tudo para um jogo mediano e sem sal. Acho que esse tem sido o grande problema do McGee - boas ideias, execução frouxa. Espero que esta nova versão realmente aproveite bem o potencial, mas se apostasse, diria que o filme do Burton vai ser mais interessante.
Há por aí uma colecção de adaptações que o McGee fez dos contos dos irmãos Grimm que me parecem seguir a mesma linha do Alice. Não ponho é a mão no fogo em questões de jogabilidade.
Diogo Ribeiro
Desde: Jul '08
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FuSiOnShArKDiogo Ribeiro
Por acaso não achei grande piada ao primeiro. A visão era boa mas afunilou aquilo tudo para um jogo mediano e sem sal. Acho que esse tem sido o grande problema do McGee - boas ideias, execução frouxa. Espero que esta nova versão realmente aproveite bem o potencial, mas se apostasse, diria que o filme do Burton vai ser mais interessante.
Pelo menos pra mim, o Alice vale bem mais pela ambiência e personagens do que propriamente pela parte jogavel. Aí, acho que não é nem tão complexo nem tão imersivo como outros títulos do género. Mas a visão dark de um conto infantil, com uma heroína que parece que andou a chutar prá veia e a figura escanzelada do gato, que pra mim está genial, dão um toque de mestre ao jogo.
Percebo perfeitamente. Mas daí nasce a pergunta - seria necessário um jogo para explorar essa visão? O problema de querer contar uma história num jogo passa muitas vezes pelo escritor e pelo designer se esquecerem que, por acaso, estão a trabalhar num jogo. É sempre preciso algo mais para além da caracterização.
Sénior
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Se seguisse o caminho cinematográfico ao estilo do Tim Burton talvez tivesse mais sucesso (e talvez o resultado final fosse mais do agrado dos consumidores). Mas foi um risco. Não acho que tenha sido um fracasso, mas também não se pode dizer que tenha sido uma obra-prima. Quem sabe se o próximo título não virá rectificar os erros do anterior.
Diogo Ribeiro
Desde: Jul '08
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Nunca o considerei um fracasso, longe disso - se bem que como dizes, não era uma obra prima. Espero que o McGee tenha aprendido mais algumas coisas durante o percurso dele, porque seria desapontante ver a sequela não aprender com os problemas do primeiro jogo :/
Sénior
Desde: Jul '08
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Vinha para aqui dizer mal da Valve por só permitir, a quem fizesse uma pré-compra do Left4Dead 2, o download do demo, mas afinal os rapazes já deixam a plebe instalar o demo.
Quem quer jogar?
Diogo Ribeiro
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Encomendei o The Void. Enquanto lia mais algumas coisas sobre o jogo na net, deparei-me com esta review, que diz isto no início:
"The dream of the future you see dissolves / And with time so does the apprehension"These lines, translated from a poem by Luís de Camões, are your introduction to The Void.
De memória, não estou a reconhecer qual é o poema. Alguém com uma educação melhor que a minha reconhece?
Also, 29 anos e continuo hot. Damn.
Marco Almeida
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*APONTA O DEDO*
ELE FAZ ANOS!
(e confirmo, continua hot!)
Já te dei os parabéns, mas deixo-os aqui também! PARABÉNS!
Aqui posso fazer isto de forma muito mais gay! Fantástico!