
Hoje trago-vos o clássico jogo de plataformas. Não há muito a dizer, a não ser que é realmente divertido. Cortesia do Newgrounds, hoje trago-vos Time Fcuk. E não, não há qualquer gralha no nome.

Hoje trago-vos o clássico jogo de plataformas. Não há muito a dizer, a não ser que é realmente divertido. Cortesia do Newgrounds, hoje trago-vos Time Fcuk. E não, não há qualquer gralha no nome.
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Esta semana é para aqueles que adoram desafios. E que desafio. Tudo muito simples ao início, mas à medida que vêem a dificuldade a aumentar gradualmente nível após nível, vão-se aperceber da falta de misericórdia que esta obra videojogável tem para com vocês, e vão imaginar o seu riso vitorioso de gozo a fazer troça de vocês e a dizer “Welcome to Hell, bitch!” Eu sei que imaginei. Aliás, em parte, foi o que me motivou a continuar.

Infelizmente, como alguns poderão saber, o nosso caro Marco Almeida não vos poderá continuar a presentear com esta rubrica. O Marco foi rumo a outras paragens e desejamos-lhe a melhor das sortes, e, porque não, um grande sucesso neste novo ano escolar que se aproxima a largos passos. No entanto nada temam, porque esta rubrica, tal como a do Filme da Semana, continuarão ao activo por minha conta. Espero estar a altura.

Na sua primeira semana, Shadow Complex, o jogo da independente Chair, quebra o recorde de jogos single-player vendidos na sua primeira semana no Xbox Live Arcade (XLA) com mais de 200 mil unidades vendidas ao preço de 1200 pontos.

A 4 de Setembro deste ano a Penny Arcade Expo irá pôr em competição 10 videojogos independentes para eleger qual deles o melhor… Um dos jogos dessa lista é este Puzzle Bloom, um forte candidato ao primeiro lugar!
Andrew Brophy estava focado em criar um visual diferente, um estilo próprio, mas pelo caminho percebeu que poderia criar um jogo, algo mais para além de uns riscos e rabiscos…
Há já algum tempo que este jogo andava aqui pelos meus registos, mas por motivos que me são alheios, nunca o consegui jogar! Felizmente, foi lançada uma nova versão deste AaaaaAAaaaAAAaaAAAAaAAAAA!!! e atirar-me de grandes alturas enquanto me espatifo todo contra vidros ou paredes, nunca foi tão divertido! Principalmente porque não me aleijo!

Usar um jogo para estudos sociológicos e psicológicos não é nada que Sims não faça lindamente. Colocar várias pessoas a conviver e assistir como o jogador se comporta perante várias situações quotidianas, e outras nem tanto, é uma boa forma de compreender melhor como vivemos em sociedade.
Não seria bom que um dia nas nossas vidas pudéssemos acordar e pensar “hoje, eu morro” e por alguma partida do destino viéssemos a descobrir que precisamos de nos sentir às portas da morte para encontrar aquilo que mais gostamos na vida?
Como ninjas nunca é demais, volto a mostrar-vos outro jogo que nos coloca na pele de um ninja! Porém, desta vez o propósito é diferente do anterior Ninjah!
A semana passada saíram mais jogos que o que tem sido costume, mas mesmo assim ainda estamos a passar um bocado de “fome”. A estrela da semana é provavelmente The Chronicles of Riddick: Assault on Dark Athena, um jogo de acção multiplataforma que tem sido esperado por muitos.
Quando se fala em produções independentes a primeira coisa que vem à cabeça são pequenos jogos, algo triviais, sem uma produção exorbitante que estoire com a carteira de quem cria o jogo nem de quem o vai comprar. São jogos modestos!
Todavia, recentemente, essa tendência tem vindo a inverter-se! Jogos como Braid ou World of Goo têm sido os nomes que mais têm aliciado os jogadores à cena indie e pelos melhores motivos! Estará Zeno Clash apto a ingressar nessa lista?
A cada ano que passa, na GDC, há um festival chamado Independent Games Festival. Foi por em grande parte por causa dele que títulos como Audiosurf e World of Goo tiveram tanto sucesso e popularidade. Agora, para a edição de este ano, apresento-vos os vencedores de cada prémio!
No primeiro Indie Play da semana, trouxe-vos um jogo que não só remonta aos tempos dos beat’em up de consolas como a Mega Drive, como também lembra um outro bem recente, o Castle Crashers (podem ler a crítica aqui).